Existem diferentes possibilidades de estabelecer relações com a leitura e a escrita como convites, cartas, crônicas, receitas, ofícios, revistas, histórias em quadrinhos,jornais, livros, poemas assim como organizando agendas e enviando mensagens pela internet. Essas são exemplos de diferentes formas de expressão que envolvem a fala, a escrita e a leitura.
terça-feira, 28 de abril de 2015
PROJETO POESIAS CEPA
SEGUEM POESIAS EM HOMENAGEM ÁS MÃES:
Para sempre
Carlos Drummond de Andrade
Por que Deus permite que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba veludo escondido na pele enrugada,
água pura, ar puro, puro pensamento.
Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça, é eternidade.
Por que Deus se lembra - mistério profundo - de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei:
Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho.
Mãe fonte de Amor
Cesar Moura
Madre mulher
Mãe genitora
Fonte de amor Dor pelo filho que chora
Chora a mãe pelo filho que foi
Ao romper da aurora O teu cheiro é suave, de flor.
O leite que amamenta a criança
Também acalenta de amor
Mamãe é ser tudo na vida
Só o teu colo apazigua na hora da dor.
Lembra do primeiro dia na escola?
Foi você que encorajou
Esta pobre criança que só se sentia segura
Em teus braços de amor.
Mãe os teus dias são para sempre
Mesmo que não esteja aqui, minha mãe,
Sou filho da tua esperança
Que um dia com coragem içou.
Aprendi a ser valente por justiça
Porque você assim me ensinou
Mulher da minha vida, minha amiga Agradeço por todo o seu amor!
Mãe, minha querida mamãe.
Amor de Mãe
Sílvia Araújo Motta
Amor de Mãe
é sol brilhante e aquece:
uma família inteira, noite e dia; nas horas tristes põe a fé na prece: de intercessão da Virgem Mãe Maria.
Amor de Mãe é chama, sempre cresce;
gera uma vida, encanta, alenta e guia;
transforma o sangue e quando o filho nasce, dá o puro leite e prova a tal magia.
Amor de Mãe faz ver o céu de anil, no leito, explode a estrela e traz canção;
bálsamo, acalma a dor que está no peito.
Amor de Mãe sublima graças mil, deixa saudade e na alma, paz, perdão; Flor que perfuma a vida: amor-perfeito.
Mãe, minha vida...
Kássia Maia
Mãe palavra simples que tem varias definições
Amor de mãe um amor que não sai dos nossos corações.
Tu és minha compreensão, O sol que resplandece o meu dia.
Tu és a razão do meu viver, És muito mais do que eu possa te dizer...
O seu sorriso minha mãe é a minha inspiração; é lindo e perfeito não tem nenhum defeito!
Teu olhar minha mãe, me guia na escuridão só ele pode fazer brilhar o meu chão!
Para me despedir eu digo Dias das mães é uma vez por ano
Mas Dias de mãe nunca terminam
E são esses dias que me animam!
(Sammantha Golçalves)
Mãe...
São três letras apenas
As desse nome bendito
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito
Para louvar a nossa mãe,
Todo bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do CÉU
E apenas menor que Deus!
(Mário Quintana, poema para o dia das mães)
Beleza divina
é ter o ventre abençoado,
para receber com todo amor
o filho que será gerado.
É amar sem fronteiras,
pelo instinto aflorado
e viver intensamente,
pelo filho tão amado.
Nem se vê e já se ama,
esse pedacinho de gente
que transforma nossa alma
mesmo quando ainda está no ventre!
(Maria Tomasia)
Mães, Anjos sem Asas
Mães não têm asas, porém são anjos,
povoam o universo e têm tenacidade.
Trazem a doçura dos belos arcanjos,
enfrentam sacrifícios com tranquilidade.
Suas mãos têm perfume de flores,
e o hálito o aroma do jasmim.
Seus filhos são seus maiores amores.
Sem eles, suas vidas não têm cores.
Seus sorrisos são pura candura
e têm no olhar uma centelha divina.
Alimentam seus filhos com muita ternura:
com eles, brincam como menina.
Quando estão sós, entram em devaneios
pensando no melhor para os filhos seus.
Para eles, sempre têm grandes anseios:
mães são seres abençoados por Deus.
Uma mãe não pode perder um filho
porque sua vida não terá mais brilho.
Nelson Martins
Mãe
Mãe, quero lhe agradecer
por eu ter forças para viver
nesse mundo onde as coisas
são tão belas, tão difíceis!
Se eu suspiro, é por você.
Se eu choro, é por você.
As lágrimas de um poeta
não acabam:
é igual sua magia,
é eterna.
Aqui tem rios, campos flores.
Vejo sorrisos nos rostos das crianças
e nos olhos dos meus amigos.
Há flores!
Só queria lhe dar nesse dia, uma flor.
Mãe, se eu pudesse tocá-la
nesse dia que é pura poesia,
mudaria o mundo, refletiria.
Uma palavra dói, mais do que um tiro,
ela corta por dentro, não tem cura, corrói.
Se um dia eu errei, me desculpa,
é loucura sua falta.
Quantos dias...
Nem me lembro, mas hoje sei:
você esta me apoiando nos seus braços
como sempre fez.
Muda o tempo.
Mudam as casas.
Mudam as coisas.
Mas não muda e nunca vai mudar
o meu amor por você.
Mãe, se eu pudesse tocá-la
nesse dia que é pura poesia,
sua magia nesse dia das mães
mudaria o meu mundo.
(Pedro Bandeira)
A mamãe
não me bota mais no colo,
não bota mais,
não me embala mais o sono,
não embala mais,
não canta pra eu dormi...
não canta mais...
não bota mais,
não embala mais,
não canta mais...
eu bem sei que já faz tempo
que ela ainda me embalava,
mas me lembro muito bem,
era assim que ela cantava:
"dorme, dorme, filhinho,
meu anjinho inocente,
dorme, meu queridinho,
que a mamãe está contente..."
mas o tempo passou,
passou, passou,
e a cantiga calou,
calou,calou...
e o menino foi crescendo,
crescendo, cresceu, cresceu,
mas aquela voz ficou.
ficou, ficou...
eu agora já sou grande,
tenho quase a altura dela.
vai chegar a minha vez
de poder cantar pra ela...
domingo, 18 de agosto de 2013
Livros para serem lidas do Ensino Infantil ao Ensino Médio
CLIQUEM NO LINK ABAIXO E ESCOLHA SEU LIVRO POR IDADE
http://educarparacrescer.abril.com.br/livros/index.shtml?utm_source=redesabril_educrescer&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_educrescer
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
Centenário de Jorge Amado
Clique na ilustração e descubra informações sobre a vida e a obra do escritor baiano
quarta-feira, 31 de julho de 2013
CORDEL CEPA 2013!
GRANDE DESAFIO!
ESCREVAM SUA HISTÓRIA EM FORMA DE CORDEL
VEJAM UM EXEMPLO AQUI NESTE VÍDEO:
ALGUNS CORDÉIS DOS ALUNOS:
1- DE ERICA QUEIROZ
AGORA SIM VOU COMEÇAR A CONTAR
A HISTORIA DE MANUEL PINTO DE AGUIAR
ELE FOI UM GRANDE HOMEM
QUE AJUDOU A PREFEITURA ADMINISTRAR
ELE ERA MUITO TRABALHADOR
AJUDOU OS ALUNOS A ESTUDAR EM SALVADOR
2- DE GISELE
MANUEL PINTO DE AGUIAR
ERA UM HOMEM TRABALHADOR
ESCREVIA BASTANTES POEMAS
ELE FOI UM BOM ESCRITOR
TINHA UM AMIGO NA PREFEITURA
QUE DEU A ELE UM CARGO NO SETOR
ALEM DE TER SIDO POETA
ELE TAMBÉM AJUDOU MUITA GENTE
E CHAMOU NOSSA ATENÇÃO
POR TER UMA BOA MENTE
E NÃO SÓ POR CAUSA DISSO
MAS POR SER MUITO EXPERIENTE
ELE ACHAVA TEMPO
PRA FAZER COISAS QUE GOSTAVA
ESCREVIA TUDO
QUE SUA MENTE REVELAVA
OS SEUS PAIS COM MUITO ORGULHO
SEMPRE O AJUDAVA
3-DE MILENA SOUZA
NA SUA INFÂNCIA EM ALAGOINHAS
PASSOU POR PRECONCEITO
PORQUE SUA MÃE ERA ÍNDIA
ONDE ELE NASCEU
TINHA UM ENTREPOSTO COMERCIAL
ONDE CULTIVAVAM-SE FUMO E MANDIOQUINHA
AOS 13 ANOS FEZ A PRIMEIRA TRADUÇÃO
DE UM POEMA
SEUS PAIS SENTIRAM ORGULHO E EMOÇÃO
QUANDO ELE SE FORMOU
UM BOM DINHEIRO GANHOU
MONTOU ESCOLAS E FACULDADES
E AS CRIANÇAS ELE AJUDOU
COMO ERA MUITO ESTUDIOSO
FOI PROFESSOR E LECIONOU
ELE FOI UM HOMEM PROMISSOR
E ALEM DE TER SIDO POETA
FOI UM BOM ESCRITOR
TAMBEM AJUDOU MUITA GENTE
FOI CONSTRUTOR DE BAIRROS E CASAS
COMO POLITICO EFICIENTE
4-
VOU COMEÇAR A FALAR
DO POETA E ESCRITOR
MANUEL PINTO DE AGUIAR
ELE FOI UM HOMEM LEGAL, UM HOMEM TRABALHADOR
QUE MONTOU ESCOLAS E FACULDADES
AQUI EM SALVADOR
5- DE JUAN
NA CIDADE DE ALAGOINHAS
MOROU PINTO DE AGUIAR , NOME DE ALEGRIA!
E HOJE É O NOME DA MINHA ESCOLINHA
FOI GENTIL
COMO PROFESSOR
E UNIVERSIDADES CONSTRUIU
6-
O SEU NOME MANUEL PINTO DE AGUIAR
SÓ TRÊS PALAVRAS APENAS
PARA A GENTE SE LEMBRAR
ELE NASCEU EM ALAGOINHAS
A VERDADE ASSIM VIRÁ
ESSA É A HISTÓRIA DE MANUEL
MANUEL PINTO DE AGUIAR!
EM 1910
SEUS PAIS VIERAM A SE ORGULHAR
FOI O ANO EM QUE ELE NASCEU
E QUE O PROGRESSO
EM SUA CIDADE CRESCEU
ELE FEZ POESIAS
CADA UMA COM AMOR
ASSIM TROUXE ALEGRIA
AQUI PRA SALVADOR
7-
ESSE CORDEL QUE VOU CONTAR
REPRESENTA A HISTÓRIA
DE MANUEL PINTO DE AGUIAR
VOU COMEÇAR FALANDO
DA SUA INFÂNCIA
E UM POUCO
DAS MINHAS LEMBRANÇAS
LEMBRO DO PERSONAGEM
QUE ELE SE IDENTIFICOU
NARAYANA MENON
E POR ELA , ELE SE ENCANTOU
8-
AGORA SIM
VOU COMEÇAR A CONTAR
A HISTORIA
DE MANUEL PINTO DE AGUIAR
ELE FOI UM GRANDE TRABALHADOR
QUE AJUDOU A CIDADE ADMINISTRAR
ELE ERA UM BATALHADOR
AJUDOU OS ALUNOS A ESTUDAR
MESMO OS QUE NÃO PODIAM
IR PRA SALVADOR MORAR
9-
VOU CONTAR UMA HISTORIA
SOBRE MANUEL PINTO DE AGUIAR
QUE QUANDO GAROTO
GOSTAVA DE ESTUDAR
QUANDO SE FORMOU
COMEÇOU A GANHAR DINHEIRO
MONTOU UMA ESCOLA E FACULDADES
PELO BRASIL INTEIRO
FOI PROFESSOR EM ALAGOINHAS
AJUDANDO MUITAS PESSOAS
QUE CONDIÇÕES NÃO TINHAM
MAS ELE NÃO DEIXOU A TOA
10-
HISTORIA DE MANUEL PINTO DE AGUIAR
ELE ERA CONHECIDO COMO ESCRITOR
CONSTRUIU O BANCO DE ADMINISTRAÇÃO
ELE ERA HOMEM TRABALHADOR
FOI MEMBRO DA ACADEMIA DE LETRAS DA BAHIA
ACHAVA TEMPO PARA FAZER TUDO COM AMOR
NASCEU NUMA CIDADE CHAMADA ALAGOINHAS
NO INTERIOR PERTO DE SALVADOR
11- DE JULIO CESAR FELICIANO
ESSE LIVRO FALA DE UM MENINO
CHAMADO ARTUR MANUEL PINTO DE AGUIAR
NASCIDO NO INTERIOR DA BAHIA
CRESCEU NA CIDADE DE ALAGOINHAS
PARA FUMO CULTIVAR
MAS QUERIA ESCREVER POESIAS
E COM 13 ANOS TRADUZIU UM POEMA
CRESCEU E UM BANCO DE ADMINISTRAÇÃO CRIOU
POIS ERA UM HOMEM TRABALHADOR
GANHAVA DINHEIRO COM TUDO QUE FAZIA
POIS FAZIA COM AMOR
ALGUNS CORDÉIS DOS ALUNOS:
1- DE ERICA QUEIROZ
AGORA SIM VOU COMEÇAR A CONTAR
A HISTORIA DE MANUEL PINTO DE AGUIAR
ELE FOI UM GRANDE HOMEM
QUE AJUDOU A PREFEITURA ADMINISTRAR
ELE ERA MUITO TRABALHADOR
AJUDOU OS ALUNOS A ESTUDAR EM SALVADOR
2- DE GISELE
MANUEL PINTO DE AGUIAR
ERA UM HOMEM TRABALHADOR
ESCREVIA BASTANTES POEMAS
ELE FOI UM BOM ESCRITOR
TINHA UM AMIGO NA PREFEITURA
QUE DEU A ELE UM CARGO NO SETOR
ALEM DE TER SIDO POETA
ELE TAMBÉM AJUDOU MUITA GENTE
E CHAMOU NOSSA ATENÇÃO
POR TER UMA BOA MENTE
E NÃO SÓ POR CAUSA DISSO
MAS POR SER MUITO EXPERIENTE
ELE ACHAVA TEMPO
PRA FAZER COISAS QUE GOSTAVA
ESCREVIA TUDO
QUE SUA MENTE REVELAVA
OS SEUS PAIS COM MUITO ORGULHO
SEMPRE O AJUDAVA
3-DE MILENA SOUZA
NA SUA INFÂNCIA EM ALAGOINHAS
PASSOU POR PRECONCEITO
PORQUE SUA MÃE ERA ÍNDIA
ONDE ELE NASCEU
TINHA UM ENTREPOSTO COMERCIAL
ONDE CULTIVAVAM-SE FUMO E MANDIOQUINHA
AOS 13 ANOS FEZ A PRIMEIRA TRADUÇÃO
DE UM POEMA
SEUS PAIS SENTIRAM ORGULHO E EMOÇÃO
QUANDO ELE SE FORMOU
UM BOM DINHEIRO GANHOU
MONTOU ESCOLAS E FACULDADES
E AS CRIANÇAS ELE AJUDOU
COMO ERA MUITO ESTUDIOSO
FOI PROFESSOR E LECIONOU
ELE FOI UM HOMEM PROMISSOR
E ALEM DE TER SIDO POETA
FOI UM BOM ESCRITOR
TAMBEM AJUDOU MUITA GENTE
FOI CONSTRUTOR DE BAIRROS E CASAS
COMO POLITICO EFICIENTE
4-
VOU COMEÇAR A FALAR
DO POETA E ESCRITOR
MANUEL PINTO DE AGUIAR
ELE FOI UM HOMEM LEGAL, UM HOMEM TRABALHADOR
QUE MONTOU ESCOLAS E FACULDADES
AQUI EM SALVADOR
5- DE JUAN
NA CIDADE DE ALAGOINHAS
MOROU PINTO DE AGUIAR , NOME DE ALEGRIA!
E HOJE É O NOME DA MINHA ESCOLINHA
FOI GENTIL
COMO PROFESSOR
E UNIVERSIDADES CONSTRUIU
6-
O SEU NOME MANUEL PINTO DE AGUIAR
SÓ TRÊS PALAVRAS APENAS
PARA A GENTE SE LEMBRAR
ELE NASCEU EM ALAGOINHAS
A VERDADE ASSIM VIRÁ
ESSA É A HISTÓRIA DE MANUEL
MANUEL PINTO DE AGUIAR!
EM 1910
SEUS PAIS VIERAM A SE ORGULHAR
FOI O ANO EM QUE ELE NASCEU
E QUE O PROGRESSO
EM SUA CIDADE CRESCEU
ELE FEZ POESIAS
CADA UMA COM AMOR
ASSIM TROUXE ALEGRIA
AQUI PRA SALVADOR
7-
ESSE CORDEL QUE VOU CONTAR
REPRESENTA A HISTÓRIA
DE MANUEL PINTO DE AGUIAR
VOU COMEÇAR FALANDO
DA SUA INFÂNCIA
E UM POUCO
DAS MINHAS LEMBRANÇAS
LEMBRO DO PERSONAGEM
QUE ELE SE IDENTIFICOU
NARAYANA MENON
E POR ELA , ELE SE ENCANTOU
8-
AGORA SIM
VOU COMEÇAR A CONTAR
A HISTORIA
DE MANUEL PINTO DE AGUIAR
ELE FOI UM GRANDE TRABALHADOR
QUE AJUDOU A CIDADE ADMINISTRAR
ELE ERA UM BATALHADOR
AJUDOU OS ALUNOS A ESTUDAR
MESMO OS QUE NÃO PODIAM
IR PRA SALVADOR MORAR
9-
VOU CONTAR UMA HISTORIA
SOBRE MANUEL PINTO DE AGUIAR
QUE QUANDO GAROTO
GOSTAVA DE ESTUDAR
QUANDO SE FORMOU
COMEÇOU A GANHAR DINHEIRO
MONTOU UMA ESCOLA E FACULDADES
PELO BRASIL INTEIRO
FOI PROFESSOR EM ALAGOINHAS
AJUDANDO MUITAS PESSOAS
QUE CONDIÇÕES NÃO TINHAM
MAS ELE NÃO DEIXOU A TOA
10-
HISTORIA DE MANUEL PINTO DE AGUIAR
ELE ERA CONHECIDO COMO ESCRITOR
CONSTRUIU O BANCO DE ADMINISTRAÇÃO
ELE ERA HOMEM TRABALHADOR
FOI MEMBRO DA ACADEMIA DE LETRAS DA BAHIA
ACHAVA TEMPO PARA FAZER TUDO COM AMOR
NASCEU NUMA CIDADE CHAMADA ALAGOINHAS
NO INTERIOR PERTO DE SALVADOR
11- DE JULIO CESAR FELICIANO
ESSE LIVRO FALA DE UM MENINO
CHAMADO ARTUR MANUEL PINTO DE AGUIAR
NASCIDO NO INTERIOR DA BAHIA
CRESCEU NA CIDADE DE ALAGOINHAS
PARA FUMO CULTIVAR
MAS QUERIA ESCREVER POESIAS
E COM 13 ANOS TRADUZIU UM POEMA
CRESCEU E UM BANCO DE ADMINISTRAÇÃO CRIOU
POIS ERA UM HOMEM TRABALHADOR
GANHAVA DINHEIRO COM TUDO QUE FAZIA
POIS FAZIA COM AMOR
quarta-feira, 10 de julho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
COMO SE FAZ UM CORDEL
http://cordeldobrasil.com.br/v1/aprenda-fazer-um-cordel/http://cordeldobrasil.com.br/v1/aprenda-fazer-um-cordel/
OUTRO
http://educarparacrescer.abril.com.br/cordel/
OUTRO
http://educarparacrescer.abril.com.br/cordel/
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Dia das mães
PRIMEIRO MOMENTO:
Para iniciar o trabalho leve para a sala a poesia “Se as coisas fossem mães” de Sylvia Orthof
Se as coisas fossem Mães
Sylvia Orthof
Se a lua fosse mãe, seria mãe das estrelas,
O céu seria sua casa, casa das estrelas belas.
Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos,
O mar seria um jardim e os barcos seus caminhos.
Se a casa fosse mãe, seria a mãe das janelas,
Conversaria com a lua sobre as crianças-estrelas,
Falaria de receitas, pastéis de vento, quindins,
Emprestaria a cozinha pra lua fazer pudins!
Se a terra fosse mãe, seria mãe das sementes,
pois mãe é tudo que abraça, acha graça e ama a gente.
Se uma fada fosse mãe, seria a mãe da alegria.
Toda mãe é um pouco fada... Nossa mãe fada seria.
Se uma bruxa fosse mãe, seria mamãe gozada:
Seria a mãe das vassouras, da Família Vassourada!
Se a chaleira fosse mãe, seria a mãe da água fervida,
Faria chá e remédio para as doenças da vida.
Se a mesa fosse mãe, as filhas, sendo cadeiras,
Sentariam comportadas, teriam “boas maneiras”.
Cada mãe é diferente: Mãe verdadeira, ou postiça, mãe-vovó, mãe titia,
Maria, Filó, Francisca, Gertrudes, Malvina, Alice, toda mãe é como eu disse.
Dona Mamãe ralha e beija,
Erra, acerta, arruma a mesa, cozinha, escreve, trabalha fora,
Ri, esquece, lembra e chora, traz remédio e sobremesa.
Tem até pai que é “tipo-mãe”...
Esse, então, é uma beleza !
1- Sobre que a poesia está se referindo?
2- Explicar o que é poesia e peça para que os alunos
3- Alunos criem uma poesia , um recadinho ou um um acróstico com a palavra MÂE para homenagear o dia das mães no papel oficio. Os recadinhos podem ser frases amorosas para suas mães e façam o desenho dela. Segue exemplo de um acróstico
VEJAM OUTRAS POESIAS
"Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e amparar.
Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar...
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito..."
(Trecho do livro Minha mãe, meu mundo)
Anderson Cavalcante
"Às mães de todo planeta
Ofereço o brilho de um cometa
Para tal beleza comparar
Sem jamais pestanejar
Por Deus abençoada
Por Maria imaculada
De seu ventre surge a vida
Mãe tu és consagrada..."
Marcos G. Aguiar
1- Sobre que a poesia está se referindo?
2- Explicar o que é poesia e peça para que os alunos
3- Alunos criem uma poesia , um recadinho ou um um acróstico com a palavra MÂE para homenagear o dia das mães no papel oficio. Os recadinhos podem ser frases amorosas para suas mães e façam o desenho dela. Segue exemplo de um acróstico

VEJAM OUTRAS POESIAS
"Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e amparar.
Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar...
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito..."
(Trecho do livro Minha mãe, meu mundo)
Anderson Cavalcante
"Às mães de todo planeta
Ofereço o brilho de um cometa
Para tal beleza comparar
Sem jamais pestanejar
Por Deus abençoada
Por Maria imaculada
De seu ventre surge a vida
Mãe tu és consagrada..."
Marcos G. Aguiar
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
biblioteca básica
Livros para uma vida
Dezoito educadores selecionaram 204 obras essenciais para serem lidas do Ensino Infantil ao Ensino Médio
Cliquem aqui e conheçam:
http://educarparacrescer.abril.com.br/livros/index.shtml?utm_source=redesabril_educrescer&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_educrescer
Agora pesquisem se a obra está disponível no domínio público clicando aqui:
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
VAMOS FAZER UM LIVRO?
Quem gosta de ler livros?
Quem tem livros em casa?
Quem sabe como se faz um livro?
Vocês gostariam de fazer um livro?
Primeiro vamos assistir ao vídeo para:
1- Conhecer o processo de produção de um livro;
2-Identificar mudanças e permanências no processo de criação/produção de circulação de livros;
3-Colaborar com a produção de texto para o livro de uma turma.
http://www.dominiopublico.gov.br/download/video/me003565.mp4
Agora vamos para a biblioteca da escola para:
1-Conhecer alguns livros para manuseá-los, pegar, perceberem de que são feitos;
2- Observarem os nomes que aparecem na capa,como os nomes do (a) autor (a), o título, ilustrador (a), editora etc.
3- Após essas observações escolhem um livro pequeno para leitura em sala, e em seguida , o professor solicita que expressem de forma oral e escrita, a história do livro escolhido.
4-Para casa escrevam a sua história de vida e tragam na próxima aula
Quem tem livros em casa?
Quem sabe como se faz um livro?
Vocês gostariam de fazer um livro?
Primeiro vamos assistir ao vídeo para:
1- Conhecer o processo de produção de um livro;
2-Identificar mudanças e permanências no processo de criação/produção de circulação de livros;
3-Colaborar com a produção de texto para o livro de uma turma.
http://www.dominiopublico.gov.br/download/video/me003565.mp4
Agora vamos para a biblioteca da escola para:
1-Conhecer alguns livros para manuseá-los, pegar, perceberem de que são feitos;
2- Observarem os nomes que aparecem na capa,como os nomes do (a) autor (a), o título, ilustrador (a), editora etc.
3- Após essas observações escolhem um livro pequeno para leitura em sala, e em seguida , o professor solicita que expressem de forma oral e escrita, a história do livro escolhido.
4-Para casa escrevam a sua história de vida e tragam na próxima aula
domingo, 1 de abril de 2012
Manuel Pinto de Aguiar
História
Nascimento: 07.03.1910 (Alagoinhas-Ba)
Falecimento: 24.11.1991 (Rio de Janeiro)
Filiação: Antônio Pinto de Aguiar e Amerinda de Aguiar.
Trajetória Política:
Jornalista e Advogado; Diretor da Caixa Econômica Federal da Bahia e Ministro do Trabalho Industria e Comércio, 1933. Deputado Estadual, 1935. Secretário dasFinanças da Prefeitura de Salvador, 1959. Diretor da Petrobrás, 1960. Diretor Financeiro da Eletrobrás, 1963. Diretor Econômico-Financeiro da Itaipu Binacional, 1974. Membro da Academia de Letras da Bahia, da Academia Carioca de Letras; dos Institutos Geográfico e Histórico da Bahia, do de Sergipe e do de Minas Gerais.
Na Bahia
Um dos mais destacados construtores de nossa terra, ao longo de sua fecunda existência de 81 anos, em que exceliu em domínios tão distintos como o magistério de várias disciplinas, a tradução e produção de livros, a gestão financeira, o empreendedorismo, desdobrado em vertentes tão dispares como a construção de bairros residenciais e a edição de livros, à frente da Editora Progresso, a maior de que se tem notícia no Nordeste brasileiro.
Pinto de Aguiar, como passou a ser referido, desde sempre, reunia a rara virtude de conciliar o teórico, voraz leitor e amante das formulações conceituais, em domínios tão distintos quanto a literatura, a economia, a história, a geografia, a sociologia, o direito, a filosofia e as finanças públicas e privadas-, sem falar nas incursões vitoriosas em outras áreas-, com o espírito do realizador, capaz de dar vida a projetos para muitos tidos como inviáveis ou utópicos, por se situarem, aparentemente, acima dos meios perceptíveis pela sensibilidade comum.
De tão rica biografia, como é natural, dimana a dificuldade de enquadrar tão eminente brasileiro, nascido em Alagoinhas, numa categoria profissional única. Espírito poliédrico, por excelência, Pinto de Aguiar percebia as diferentes dimensões do conhecimento ou dos afazeres da vida como partes de um todo uniforme. E foi com esse insaciável espírito de perquirição que serviu à Bahia e ao Brasil em cada um dos diferentes postos públicos que assumiu, a exemplo de como Secretário das Finanças de Salvador, diretor da Petrobrás, da Eletrobrás e da Itaipu Binacional.
Manuel Pinto de Aguiar, o homem de sete instrumentos
Uns dizem que ele era o mago das finanças; outros, um construtor de bairros; para muitos, um inovador incansável; professor incomparável. Tão diversificada e abrangente foi a capacidade de realização de Manuel Pinto de Aguiar, que o homem do povo, na sua imbatível sabedoria, sentenciou: ele é um homem de sete instrumentos.
Posso garantir que a todos tocava com grande maestria e soberba harmonia, como se fora a reencarnação do próprio Rachmaninoff, seu compositor favorito. Suas obras são visíveis. O Parque Cruz Aguiar, que ergueu no barro do Rio Vermelho; o Jardim Lobato, na região petrolífera; os Barris, beirando o dique, cujo projeto de urbanização deixou pronto, e o Alto do Garcia foram algumas de suas criações na Secretaria de Finanças de Salvador. Por tanto realizar numa Prefeitura que encontrou falida, o seresteiro popular afirmou que ele era o mago das finanças -- ao invés de coelhos, tirava dinheiro da cartola! Qual o truque? Estranhou: “Não houve truque algum. Apenas bom senso, absoluta isenção e equilíbrio no tratamento de todos os casos. Junto a uma pequena base teórica e experiência prática, recuperamos a confiança do contribuinte”.
Partidário ferrenho do planejamento, criou a Comissão de Plano da Cidade, para tratar do crescimento ordenado de Salvador, órgão que hoje arquitetos e engenheiros pressionam o Prefeito para por em ação. Logo foi fisgado para a esfera nacional, a Diretoria Financeira da Petrobrás e, depois, da Eletrobrás. Teve de afastar-se da Faculdade de Economia da UFBA, que ajudara a criar; abandonou os seus negócios particulares, inclusive a Editora Progresso, instrumento de divulgação de muitos escritores baiano, à qual amava devotadamente. No Rio de Janeiro, dedicou-se por inteiro aos negócios do petróleo. Tornou-se um dos homens mais entendidos no assunto, em todo o País, como ficou provado. A ele devemos o Conjunto Petroquímico da Bahia (COPEB), que dizia ser a menina dos seus olhos; as articulações iniciais para a implantação da Usina Siderúrgica da Bahia (USIBA), para não falar na conclusão do terminal de Ilhéus, e na instalação de vários outros projetos, inclusive de refinarias em Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul. Com base nos estudos técnicos que de perto acompanhava, e nos resultados que a Inglaterra vinha obtendo no Mar do Norte, afirmou: “as mais promissoras perspectivas de produção de óleo, no Brasil, estão na plataforma continental; esses campos poderão dar a auto-suficiência ao Brasil”. Obviamente referia-se à hoje cantada e decantada camada do pré-sal. Na Eletrobrás, graças à estrutura econômico-financeira por ele implantada, pôde-se executar o Plano Nacional de Eletrificação. Também a ele deve-se a definição, bastante complicada, da organização bi-nacional da Eletrobrás. E porque há muito para registrar sobre este inovador e progressista baiano, decidi concluir neste 7 de março de 2010, quando se comemora o centenário do seu nascimento, a sua biografia que vinha escrevendo e espero seja publicada neste ano. Menos para que sirva de exemplo e mais para ficar claro que o homem, ainda em condições adversas como as que viveu Pinto de Aguiar, pode influenciar e mesmo promover mudanças na sociedade em que vive.Dentre tantas realizações, Pinto de Aguiar foi, acima de tudo, um homem feito de livros, como disse o jornalista Luiz Guilherme Tavares. Além da sua notável produção intelectual, publicou mais de 500 livros na Progresso, para a qual fez 27 traduções, do inglês, italiano, francês, além de escrever orelhas, prefácios, introduções etc. Vivia cercado de livros. Livro na mão, na cabeça, no coração. Creio mesmo que o seu coração tinha a forma de livro, cujas páginas eram preenchidas por gotas de sangue sob a forma de letras que, ao ritmo de suas batidas, enchiam-lhe as veias. Organizavam-se no cérebro, em linhas, páginas e mais páginas, formando livros que lhe chegavam às mãos para serem distribuídos Brasil afora, levando escritores baianos a quantos quisessem ler e saber. Assim foi esse brasileiro. Que sempre viva entre nós.
Consuelo Novais Sampaio
As Profissões — poema infantil de Nelson Nunes da Costa
AS PROFISSÕES
Para depois semear.
– Eu, pescador, passo a vida.
Na canoa sobre o mar.
– Mitigo as dores da vida
Sou solícita enfermeira.
– Eu sou mecânico perito,
Não sei de melhor carreira.
– Operário, desde cedo,
Que começa o meu labor.
– Nos incêndios, o bombeiro,
Revela o grande valor.
– Eu sou médico excelente,
Tenho curas assombrosas.
– Na cozinha, ao fogo ardente,
Faço comidas gostosas.
– Comerciante zeloso,
Não me afasto do balcão.
– Eu sou modista afamada,
Pois coso com perfeição.
– Sacerdote caridoso,
Eu trabalho pela cruz.
– Aprendiz de carpinteiro,
Eu sou o que foi Jesus.
Toda profissão é nobre
Exercida com carinho,
Só o homem preguiçoso
Acha o trabalho mesquinho.
Nelson Nunes da Costa (RJ 1899 – 1976) Jornalista, professor, Membro da Academia Carioca de Letras. Estudioso da Historiografia carioca foi diretor do departamento de História e Documentação do Município do Rio de Janeiro. Cronista, jornalista, professor, contista e escritor.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Aula 12/03 Profª Geane e Tatiana
O nome da gente
Por que é que eu me chamo isso
e não me chamo aquilo?
Por que é que o jacaré
não se chama crocodilo?
Eu não gosto
do meu nome,
não fui eu
quem escolheu.
Eu não sei
porque se metem
com o nome
que é só meu!
O nenê
que vai nascer
vai chamar
como o padrinho,
vai chamar
como o vovô,
mas ninguém
vai perguntar
o que pensa
o coitadinho.
-Foi meu pai que decidiu
que o meu nome fosse aquele
isso só seria justo
se eu escolhesse
o nome dele.
Quando eu tiver um filho,
não vou pôr nome nenhum.
Quando ele for bem grande,
ele que procure um!
(Pedro Bandeira)
O nome da gente
e não me chamo aquilo?
Por que é que o jacaré
não se chama crocodilo?
Eu não gosto
do meu nome,
não fui eu
quem escolheu.
Eu não sei
porque se metem
com o nome
que é só meu!
O nenê
que vai nascer
vai chamar
como o padrinho,
vai chamar
como o vovô,
mas ninguém
vai perguntar
o que pensa
o coitadinho.
-Foi meu pai que decidiu
que o meu nome fosse aquele
isso só seria justo
se eu escolhesse
o nome dele.
Quando eu tiver um filho,
não vou pôr nome nenhum.
Quando ele for bem grande,
ele que procure um!
(Pedro Bandeira)
sábado, 26 de novembro de 2011
Dicas de letra de músicas e vídeos
1- Racismo é burrice(Gabriel O Pensador): http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/137000/
2-Até Quando?(Gabriel O Pensador):http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/30449/
3-Pra Onde Vai?(Gabriel O Pensador): http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/96126/#selecoes/69036/
4-Nádegas A Declarar(Gabriel O Pensador):http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/30447/
5-Pátria Que Me Pariu(Gabriel O Pensador):http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/66752/
2-Até Quando?(Gabriel O Pensador):http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/30449/
3-Pra Onde Vai?(Gabriel O Pensador): http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/96126/#selecoes/69036/
4-Nádegas A Declarar(Gabriel O Pensador):http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/30447/
5-Pátria Que Me Pariu(Gabriel O Pensador):http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/66752/
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Aula interdisciplinar
Aulas de Letramento com Profª Geane e Matemática com Profª Rosa em 01/11/2011
Vídeos:
Vídeos:
Projeto Arte e Africanidades
Racismo é Burrice (Gabriel O Pensador)
Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano "O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue é mais forte que a água do mar" Racismo, preconceito e discriminação em geral; É uma burrice coletiva sem explicação Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união Mas demonstra claramente Infelizmente Preconceitos mil De naturezas diferentes Mostrando que essa gente Essa gente do Brasil é muito burra E não enxerga um palmo à sua frente Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente Eliminando da mente todo o preconceito E não agindo com a burrice estampada no peito A "elite" que devia dar um bom exemplo É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento Num complexo de superioridade infantil Ou justificando um sistema de relação servil E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação Não tem a união e não vê a solução da questão Que por incrível que pareça está em nossas mãos Só precisamos de uma reformulação geral Uma espécie de lavagem cerebral Racismo é burrice Não seja um imbecil Não seja um ignorante Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante O quê que importa se ele é nordestino e você não? O quê que importa se ele é preto e você é branco Aliás, branco no Brasil é difícil, porque no Brasil somos todos mestiços Se você discorda, então olhe para trás Olhe a nossa história Os nossos ancestrais O Brasil colonial não era igual a Portugal A raiz do meu país era multirracial Tinha índio, branco, amarelo, preto Nascemos da mistura, então por que o preconceito? Barrigas cresceram O tempo passou Nasceram os brasileiros, cada um com a sua cor Uns com a pele clara, outros mais escura Mas todos viemos da mesma mistura Então presta atenção nessa sua babaquice Pois como eu já disse racismo é burrice Dê a ignorância um ponto final: Faça uma lavagem cerebral Racismo é burrice Negro e nordestino constróem seu chão Trabalhador da construção civil conhecido como peão No Brasil, o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou o que lava o chão de uma delegacia É revistado e humilhado por um guarda nojento Que ainda recebe o salário e o pão de cada dia graças ao negro, ao nordestino e a todos nós Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói O preconceito é uma coisa sem sentido Tire a burrice do peito e me dê ouvidos Me responda se você discriminaria O Juiz Lalau ou o PC Farias Não, você não faria isso não Você aprendeu que preto é ladrão Muitos negros roubam, mas muitos são roubados E cuidado com esse branco aí parado do seu lado Porque se ele passa fome Sabe como é: Ele rouba e mata um homem Seja você ou seja o Pelé Você e o Pelé morreriam igual Então que morra o preconceito e viva a união racial Quero ver essa música você aprender e fazer A lavagem cerebral Racismo é burrice O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista É o que pensa que o racismo não existe O pior cego é o que não quer ver E o racismo está dentro de você Porque o racista na verdade é um tremendo babaca Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca E desde sempre não pára pra pensar Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar E de pai pra filho o racismo passa Em forma de piadas que teriam bem mais graça Se não fossem o retrato da nossa ignorância Transmitindo a discriminação desde a infância E o que as crianças aprendem brincando É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando Nenhum tipo de racismo - eu digo nenhum tipo de racismo - se justifica Ninguém explica Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural Todo mundo que é racista não sabe a razão Então eu digo meu irmão Seja do povão ou da "elite" Não participe Pois como eu já disse racismo é burrice Como eu já disse racismo é burrice Racismo é burrice E se você é mais um burro, não me leve a mal É hora de fazer uma lavagem cerebral Mas isso é compromisso seu Eu nem vou me meter Quem vai lavar a sua mente não sou eu É você http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/137000/
Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano "O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue é mais forte que a água do mar" Racismo, preconceito e discriminação em geral; É uma burrice coletiva sem explicação Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união Mas demonstra claramente Infelizmente Preconceitos mil De naturezas diferentes Mostrando que essa gente Essa gente do Brasil é muito burra E não enxerga um palmo à sua frente Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente Eliminando da mente todo o preconceito E não agindo com a burrice estampada no peito A "elite" que devia dar um bom exemplo É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento Num complexo de superioridade infantil Ou justificando um sistema de relação servil E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação Não tem a união e não vê a solução da questão Que por incrível que pareça está em nossas mãos Só precisamos de uma reformulação geral Uma espécie de lavagem cerebral Racismo é burrice Não seja um imbecil Não seja um ignorante Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante O quê que importa se ele é nordestino e você não? O quê que importa se ele é preto e você é branco Aliás, branco no Brasil é difícil, porque no Brasil somos todos mestiços Se você discorda, então olhe para trás Olhe a nossa história Os nossos ancestrais O Brasil colonial não era igual a Portugal A raiz do meu país era multirracial Tinha índio, branco, amarelo, preto Nascemos da mistura, então por que o preconceito? Barrigas cresceram O tempo passou Nasceram os brasileiros, cada um com a sua cor Uns com a pele clara, outros mais escura Mas todos viemos da mesma mistura Então presta atenção nessa sua babaquice Pois como eu já disse racismo é burrice Dê a ignorância um ponto final: Faça uma lavagem cerebral Racismo é burrice Negro e nordestino constróem seu chão Trabalhador da construção civil conhecido como peão No Brasil, o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou o que lava o chão de uma delegacia É revistado e humilhado por um guarda nojento Que ainda recebe o salário e o pão de cada dia graças ao negro, ao nordestino e a todos nós Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói O preconceito é uma coisa sem sentido Tire a burrice do peito e me dê ouvidos Me responda se você discriminaria O Juiz Lalau ou o PC Farias Não, você não faria isso não Você aprendeu que preto é ladrão Muitos negros roubam, mas muitos são roubados E cuidado com esse branco aí parado do seu lado Porque se ele passa fome Sabe como é: Ele rouba e mata um homem Seja você ou seja o Pelé Você e o Pelé morreriam igual Então que morra o preconceito e viva a união racial Quero ver essa música você aprender e fazer A lavagem cerebral Racismo é burrice O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista É o que pensa que o racismo não existe O pior cego é o que não quer ver E o racismo está dentro de você Porque o racista na verdade é um tremendo babaca Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca E desde sempre não pára pra pensar Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar E de pai pra filho o racismo passa Em forma de piadas que teriam bem mais graça Se não fossem o retrato da nossa ignorância Transmitindo a discriminação desde a infância E o que as crianças aprendem brincando É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando Nenhum tipo de racismo - eu digo nenhum tipo de racismo - se justifica Ninguém explica Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural Todo mundo que é racista não sabe a razão Então eu digo meu irmão Seja do povão ou da "elite" Não participe Pois como eu já disse racismo é burrice Como eu já disse racismo é burrice Racismo é burrice E se você é mais um burro, não me leve a mal É hora de fazer uma lavagem cerebral Mas isso é compromisso seu Eu nem vou me meter Quem vai lavar a sua mente não sou eu É você http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/137000/
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
O direito das crianças
(Ruth Rocha)
Toda criança do mundo
Deve ser bem protegida
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida.
Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.
Não é questão de querer
Nem questão de concordar
Os diretos das crianças
Todos tem de respeitar.
Tem direito à atenção
Direito de não ter medos
Direito a livros e a pão
Direito de ter brinquedos.
Mas criança também tem
O direito de sorrir.
Correr na beira do mar,
Ter lápis de colorir...
Ver uma estrela cadente,
Filme que tenha robô,
Ganhar um lindo presente,
Ouvir histórias do avô.
Descer do escorregador,
Fazer bolha de sabão,
Sorvete, se faz calor,
Brincar de adivinhação.
Morango com chantilly,
Ver mágico de cartola,
O canto do bem-te-vi,
Bola, bola,bola, bola!
Lamber fundo da panela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também dizer não!
Carrinho, jogos, bonecas,
Montar um jogo de armar,
Amarelinha, petecas,
E uma corda de pular.
Um passeio de canoa,
Pão lambuzado de mel,
Ficar um pouquinho à toa...
Contar estrelas no céu...
Ficar lendo revistinha,
Um amigo inteligente,
Pipa na ponta da linha,
Um bom dum cahorro-quente.
Festejar o aniversário,
Com bala, bolo e balão!
Brincar com muitos amigos,
Dar pulos no colchão.
Livros com muita figura,
Fazer viagem de trem,
Um pouquinho de aventura...
Alguém para querer bem...
Festinha de São João,
Com fogueira e com bombinha,
Pé-de-moleque e rojão,
Com quadrilha e bandeirinha.
Andar debaixo da chuva,
Ouvir música e dançar.
Ver carreiro de saúva,
Sentir o cheiro do mar.
Pisar descalça no barro,
Comer frutas no pomar,
Ver casa de joão-de-barro,
Noite de muito luar.
Ter tempo pra fazer nada,
Ter quem penteie os cabelos,
Ficar um tempo calada...
Falar pelos cotovelos.
E quando a noite chegar,
Um bom banho, bem quentinho,
Sensação de bem-estar...
De preferência um colinho.
Embora eu não seja rei,
Decreto, neste país,
Que toda, toda criança
Tem direito de ser feliz!
(Ruth Rocha)
Toda criança do mundo
Deve ser bem protegida
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida.
Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.
Não é questão de querer
Nem questão de concordar
Os diretos das crianças
Todos tem de respeitar.
Tem direito à atenção
Direito de não ter medos
Direito a livros e a pão
Direito de ter brinquedos.
Mas criança também tem
O direito de sorrir.
Correr na beira do mar,
Ter lápis de colorir...
Ver uma estrela cadente,
Filme que tenha robô,
Ganhar um lindo presente,
Ouvir histórias do avô.
Descer do escorregador,
Fazer bolha de sabão,
Sorvete, se faz calor,
Brincar de adivinhação.
Morango com chantilly,
Ver mágico de cartola,
O canto do bem-te-vi,
Bola, bola,bola, bola!
Lamber fundo da panela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também dizer não!
Carrinho, jogos, bonecas,
Montar um jogo de armar,
Amarelinha, petecas,
E uma corda de pular.
Um passeio de canoa,
Pão lambuzado de mel,
Ficar um pouquinho à toa...
Contar estrelas no céu...
Ficar lendo revistinha,
Um amigo inteligente,
Pipa na ponta da linha,
Um bom dum cahorro-quente.
Festejar o aniversário,
Com bala, bolo e balão!
Brincar com muitos amigos,
Dar pulos no colchão.
Livros com muita figura,
Fazer viagem de trem,
Um pouquinho de aventura...
Alguém para querer bem...
Festinha de São João,
Com fogueira e com bombinha,
Pé-de-moleque e rojão,
Com quadrilha e bandeirinha.
Andar debaixo da chuva,
Ouvir música e dançar.
Ver carreiro de saúva,
Sentir o cheiro do mar.
Pisar descalça no barro,
Comer frutas no pomar,
Ver casa de joão-de-barro,
Noite de muito luar.
Ter tempo pra fazer nada,
Ter quem penteie os cabelos,
Ficar um tempo calada...
Falar pelos cotovelos.
E quando a noite chegar,
Um bom banho, bem quentinho,
Sensação de bem-estar...
De preferência um colinho.
Embora eu não seja rei,
Decreto, neste país,
Que toda, toda criança
Tem direito de ser feliz!
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
SITES PARA FAZER QUADRINHOS
Olá turma!!!
Conforme combinado, segue os links do site da turma da Mônica e da Máquina de Fazer Quadrinhos.
Se cadastrem e construam a sua própria história em quadrinhos ou tirinhas.
Na segunda-feira teremos aula na sala de informática.
Viva a imaginação!!!!
http://www. maquinadequadrinhos.com.br
http://www.monica.com.br/
Conforme combinado, segue os links do site da turma da Mônica e da Máquina de Fazer Quadrinhos.
Se cadastrem e construam a sua própria história em quadrinhos ou tirinhas.
Na segunda-feira teremos aula na sala de informática.
Viva a imaginação!!!!
http://www.
http://www.monica.com.br/
domingo, 2 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Para ler
305 livros grátis
É só clicar no título para ler ou imprimir.
1. A Divina Comédia -Dante Alighieri2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4. Dom Casmurro -Machado de Assis
5. Cancioneiro -Fernando Pessoa
6. Romeu e Julieta -William Shakespeare
7. A Cartomante -Machado de Assis
8. Mensagem -Fernando Pessoa
9. A Carteira -Machado de Assis
10. A Megera Domada -William Shakespeare
11. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14. Dom Casmurro -Machado de Assis
15.. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18. A Carta -Pero Vaz de Caminha
19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20. Macbeth -William Shakespeare
21. Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22. A Tempestade -William Shakespeare
23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32. A Mão e a Luva -Machado de Assis
33. Arte Poética -Aristóteles
34. Conto de Inverno -William Shakespeare
35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38. A Metamorfose -Franz Kafka
39. A Cartomante -Machado de Assis
40. Rei Lear -William Shakespeare
41. A Causa Secreta -Machado de Assis
42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44. Júlio César -William Shakespeare
45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47. Cancioneiro -Fernando Pessoa
48. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49. A Ela -Machado de Assis
50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51. Dom Casmurro -Machado de Assis
52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54. Adão e Eva -Machado de Assis
55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56. A Chinela Turca -Machado de Assis
57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60. Iracema -José de Alencar
61. A Mão e a Luva -Machado de Assis
62. Ricardo III -William Shakespeare
63. O Alienista -Machado de Assis
64. Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66. A Carteira -Machado de Assis
67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68. Senhora -José de Alencar
69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72. Sonetos -Luís Vaz de Camões
73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75. Iracema -José de Alencar
76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78. O Guarani -José de Alencar
79. A Mulher de Preto -Machado de Assis
80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82. A Pianista -Machado de Assis
83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85. A Herança -Machado de Assis
86. A chave -Machado de Assis
87. Eu -Augusto dos Anjos
88. As Primaveras -Casimiro de Abreu
89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91. Quincas Borba -Machado de Assis
92. A Segunda Vida -Machado de Assis
93. Os Sertões -Euclides da Cunha
94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95. O Alienista -Machado de Assis
96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97. Medida Por Medida -William Shakespeare
98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99. A Alma do Lázaro -José de Alencar
100. A Vida Eterna -Machado de Assis
101. A Causa Secreta -Machado de Assis
102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103. Divina Comedia -Dante Alighieri
104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105. Coriolano -William Shakespeare
106. Astúcias de Marido -Machado de Assis
107. Senhora -José de Alencar
108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111. A 'Não-me-toques' ! -Artur Azevedo
112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113. Obras Seletas -Rui Barbosa
114. A Mão e a Luva -Machado de Assis
115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116. Aurora sem Dia -Machado de Assis
117. Édipo-Rei -Sófocles
118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121. Tito Andrônico -William Shakespeare
122. Adão e Eva -Machado de Assis
123. Os Sertões -Euclides da Cunha
124. Esaú e Jacó -Machado de Assis
125. Don Quixote -Miguel de Cervantes
126. Camões -Joaquim Nabuco
127. Antes que Cases -Machado de Assis
128. A melhor das noivas -Machado de Assis
129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132. Helena -Machado de Assis
133. Contos -José Maria Eça de Queirós
134. A Sereníssima República -Machado de Assis
135. Iliada -Homero
136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142. A Carne -Júlio Ribeiro
143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144. Don Quijote -Miguel de Cervantes
145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146. A Semana -Machado de Assis
147. A viúva Sobral -Machado de Assis
148. A Princesa de Babilônia -Voltaire
149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151. Papéis Avulsos -Machado de Assis
152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160. Almas Agradecidas -Machado de Assis
161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162. Contos Fluminenses -Machado de Assis
163. Odisséia -Homero
164. Quincas Borba -Machado de Assis
165. A Mulher de Preto -Machado de Assis
166. Balas de Estalo -Machado de Assis
167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172. Cinco Minutos -José de Alencar
173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174. Lucíola -José de Alencar
175. A Parasita Azul -Machado de Assis
176. A Viuvinha -José de Alencar
177. Utopia -Thomas Morus
178. Missa do Galo -Machado de Assis
179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181. Hamlet -William Shakespeare
182. A Ama-Seca -Artur Azevedo
183. O Espelho -Machado de Assis
184. Helena -Machado de Assis
185. As Academias de Sião -Machado de Assis
186. A Carne -Júlio Ribeiro
187. A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188. Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189. Antes da Missa -Machado de Assis
190. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191. A Carta -Pero Vaz de Caminha
192. LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193. A mulher Pálida -Machado de Assis
194. Americanas -Machado de Assis
195. Cândido -Voltaire
196. Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197. El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198. Conto de Escola -Machado de Assis
199. Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200. Iluminuras -Arthur Rimbaud
201. Schopenhauer -Thomas Mann
202. Carolina -Casimiro de Abreu
203. A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204. Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205. Memorial de Aires -Machado de Assis
206. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207. A última receita -Machado de Assis
208. 7 Canções -Salomão Rovedo
209. Antologia -Antero de Quental
210. O Alienista -Machado de Assis
211. Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212. Alma Inquieta -Olavo Bilac
213. A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214. A Semana -Machado de Assis
215. Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216. A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217. Esaú e Jacó -Machado de Assis
218. Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219. História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220. A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221. Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222. Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223. Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224. A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225. Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226. As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227. O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca
228. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230. Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231. A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232. Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234. A Bela Madame Vargas -João do Rio
235. Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236. Cinco Mulheres -Machado de Assis
237. A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238. O Cortiço -Aluísio Azevedo
239. RELIQUIAE -Florbela Espanca
240. Minha formação -Joaquim Nabuco
241. A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242. Auto da Alma -Gil Vicente
243. 345 -Artur Azevedo
244. O Dicionário -Machado de Assis
245. Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246.. A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247. AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248. Cinco minutos -José de Alencar
249. Lucíola -José de Alencar
250. Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251. A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
252. A Alegria da Revolução -Ken Knab
253. O Ateneu -Raul Pompéia
254. O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255. Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256. A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257. Noite de Almirante -Machado de Assis
258. O Sertanejo -José de Alencar
259. A Conquista -Coelho Neto
260. Casa Velha -Machado de Assis
261. O Enfermeiro -Machado de Assis
262. O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263. Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264. A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265. Poemas -Safo
266. A Viuvinha -José de Alencar
267. Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268. Contos para Velhos -Olavo Bilac
269. Ulysses -James Joyce
270. 13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271. Cícero -Plutarco
272. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273. Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274. As Religiões no Rio -João do Rio
275. Várias Histórias -Machado de Assis
276. A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
277. Bons Dias -Machado de Assis
278. O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279. A Capital Federal -Artur Azevedo
280. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281. As Forças Caudinas -Machado de Assis
282. Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283. Balas de Estalo -Machado de Assis
284. AS VIAGENS -Olavo Bilac
285. Antigonas -Sofócles
286. A Dívida -Artur Azevedo
287. Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288. Uns Braços -Machado de Assis
289. Ubirajara -José de Alencar
290. Poética -Aristóteles
291. Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292. A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293. Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
294. Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295. Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296. Via-Láctea -Olavo Bilac
297. O Mulato -Aluísio de Azevedo
298. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
299. Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300. A Pata da Gazela -José de Alencar
301. BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302. Vozes d'África -Antônio Frederico de Castro Alves
303.. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304. O que é o Casamento? -José de Alencar
305. A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht
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